Na semana em que a FENAJ completa 62 anos de história, jornalistas brasileiros se reúnem em frente ao STF num Ato público em defesa do diploma para o exercício da profissão. O Ato está previsto para 13 horas desta quarta-feira, dia 17 de setembro, na Praça dos Três Poderes, em frente ao Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Parlamentares, entidades e movimentos sociais já confirmaram presença no evento.
A FENAJ completa dia 20, sábado, 62 anos de lutas. E a comemoração será na rua, no ato do dia 17, em defesa do Jornalismo de qualidade. Caravanas e representações de 20 dos 31 Sindicatos de Jornalistas estão se deslocando a Brasília. Diretores da FENAJ e do Sindicato dos Jornalistas do DF intensificaram, nesta segunda-feira (15),a agenda de mobilização nas redações, universidades e assessorias. As principais empresas de comunicação da capital federal e a escolas de Jornalismo estão sendo visitadas.
Em vários estados haverá manifestações simultaneamente ao ato em Brasília. Jornalistas, professores, estudantes e segmentos da sociedade civil estão sendo convocados a vestirem a camisa do movimento “Jornalistas por Formação” nesta quarta-feira. Durante o ato, representantes do movimento entregarão ao presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, documento com milhares de assinaturas de apoio à manutenção do diploma como requisito para o exercício da profissão coletados em todo o país.
O movimento vem conquistando mais apoios. A mais recente manifestação veio do governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), da Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) e do Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério Público da União (SINASEMPU). Senadores, deputados federais e representantes de diversas entidades confirmaram presença no ato em frente ao STF.
Materiais de divulgação e apoio à campanha em defesa do diploma, como vídeo, spots e peças gráficas, estão disponíveisaqui. A coordenação da campanha orienta os apoiadores do movimento a buscarem sua reprodução e veiculação nesta quarta-feira. E lembra que o movimento deve continuar até o julgamento do Recurso Extraordinário RE/511961.






