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No Ceará, jornalistas realizam atos públicos na porta dos jornais O Povo e O Estado

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Na tarde da terça-feira, 7 de novembro, os jornalistas empregados nos jornais O Povo, O Estado e Diário do Nordeste, no Ceará, realizaram atos públicos na porta do jornal O Povo e O Estado com o objetivo de conquistar novas cláusulas que mitiguem os efeitos da reforma trabalhista entre os integrantes da categoria laboral. A manutenção do estado de mobilização foi deliberada pela categoria em assembleias realizadas no dia anterior.

Os jornalistas de mídia impressa confirmaram a aceitação das pautas econômicas, assumindo uma perda salarial de 3,26%, uma vez que os índices de reajuste oferecidos pelas empresas não superam a inflação acumulada dos dois períodos (2016/2017 e 2017/2018). No entanto, entendem que as novas cláusulas na Convenção Coletiva 2017/2018 são necessárias para pactuar o melhor entendimento entre as partes, gerando segurança jurídica não só para empregados, mas também para empregadores.

“Já abrimos mão de muita coisa, como a reposição integral da inflação acumulada. Não temos benefícios como vale alimentação ou cesta básica e não podemos admitir que a reforma trabalhista traga para as redações duas categorias de trabalhadores que fazem o mesmo serviço: uma precarizada e uma mais precarizada ainda”, afirmou uma jornalista em uma das assembleias.

Fonte: Sindjorce