A ONU Mulheres Brasil divulgou o resultado da seleção para participação no Grupo Assessor da Sociedade Civil (GASC). A integrante da Diretoria do Sindicato dos Jornalistas do Tocantins (SindjorTO), Cynthia Miranda, que também é professora doutora do curso de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Sociedade da Universidade Federal do Tocantins (UFT), foi selecionada para o grupo assessor e terá um mandato de 2026 a 2028.
O GASC tem caráter consultivo, avaliando estratégias de mobilização, compromissos institucionais e políticas públicas para mulheres, além de fomentar diálogo com organizações feministas e redes da sociedade civil, priorizando especialistas com trajetórias comprovadas nessas áreas.
O processo de seleção foi altamente competitivo, com 846 candidaturas recebidas para 15 vagas disponíveis, um número sem precedentes para o Brasil e para a América Latina. Todas as candidaturas foram analisadas por um comitê de julgamento composto pela ONU Mulheres Brasil, ONU Mulheres para América Latina e Caribe, representantes de organizações feministas e de mulheres brasileiras.
A ONU Mulheres é uma entidade central das Nações Unidas para promover a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas em escala global, apoiando governos, organizações e sociedade civil nesse objetivo.
“A chegada da Dra. Cynthia Miranda no grupo assessor representa um marco para as mulheres, jornalistas, pesquisadoras e ativistas da Amazônia Legal que, muitas vezes, estão subrepresentadas em fóruns globais que discutem temas que impactam na vida das mulheres, avalia Alessandra Bacelar, presidente do Sindjor Tocantins.
Atualmente a pesquisadora também é integrante da Comissão de Mulheres da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e do Comitê de Assessoramento do Conselho Nacional Científico e Tecnológico (CNPq) de Artes, Ciência da Informação e Comunicação.
“Recebi o anúncio da seleção com grande entusiasmo e muita vontade de contribuir. Ao longo da minha trajetória profissional me dediquei aos estudos de gênero e as diversas faces da desigualdade que afetam as vidas das mulheres amazônidas, e vejo nesta nova função uma oportunidade de retribuir à sociedade tocantinense e amazônida o investimento acumulado em minha formação e atuação acadêmica”, destacou Miranda.






