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A editora Abril anunciou, em 11 de julho, a transferência de dez revistas para a editora Caras, com a qual mantém uma parceria. Com isso, cerca de 80 jornalistas serão transferidos para a nova empresa. A preservação dos empregos envolveu uma negociação inédita da empresa com o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo. Acompanhe, também, informações sobre as negociações salariais no município do Rio de Janeiro, as eleições sindicais dos jornalistas em Dourados (MS), Santa Catarina e na Paraíba, e sobre o falecimento de jornalistas em São Paulo, Minas Gerais e no Rio Grande do Sul.
No final de junho, a editora Abril dirigiu-se ao Sindicato dos Jornalistas (SJSP) para anunciar que demitiria cerca de 100 jornalistas em 8 de julho. O Sindicato, que em 2013 obteve decisão judicial suspendendo uma demissão em massa na Abril de 70 jornalistas e obrigando a empresa a negociar, não concordou e propôs a suspensão das demissões e a negociação de formas de manutenção das vagas e convocou uma assembleia para mobilizar a categoria. Em 10 de julho, a empresa comunicou à entidade ter fechando um negócio envolvendo títulos, afastando a possibilidade de demissões, e que os jornalistas serão transferidos de empresa, sem que haja desligamentos. O SJSP prossegue acompanhando a situação na editora Abril. No Rio, negociação do segmento de rádio e TV é encerrada Para o segmento de jornais e revistas, porém, um possível acordo depende de posicionamento do sindicato patronal, que deve ocorrer na próxima semana. Os Jornalistas aprovaram, em assembleia realizada no dia 15 de julho, o reajuste salarial de 5,26% (INPC), com pagamento retroativo a fevereiro deste ano, tíquetes de alimentação e refeição de R$ 15,50 por dia trabalho, participação de lucros e resultados equivalente a 20% do salário mensal do jornalista, garantindo R$ 480, no mínimo, e máximo de R$ 872, mais uma parcela adicional de R$ 700 e auxílio-creche de R$ 330 mensais. Foi rejeitada, no entanto, a cláusula que estabelecia pisos salariais de R$ 1.200 (trainee) e de R$ 1.450 (jornalista) para jornadas de cinco horas, considerada muito rebaixada pela maioria dos profissionais. Sindicatos dos Jornalistas de Dourados, Santa Catarina e da Paraíba realizam eleições Em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, jornalistas lamentam óbitos Já o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais lamentou, nesta quinta-feira (17/07) o falecimento do seu ex-presidente Salomão Magalhães Borges . Além de jornalista respeitado, Salomão ficou conhecido como “o pai da família Borges”, dono da casa onde se encontravam os artistas do “Clube da Esquina”. Tinha 98 anos; deixa 11 filhos, 25 netos e 10 bisnetos. E o Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul lamentou a perda de José Emanuel Gomes de Mattos, ocorrida na madrugada desta sexta-feira, dia 18. Ele integrava o Conselho Fiscal da entidade e trabalhou em Zero Hora, Folha da Manhã, NH, Diário Catarinense e revista Placar, entre outros veículos e assessorias. Emanuel Mattos, 63 anos, estava atuando na CTB (Central dos Trabalhadores do Brasil). |






