Dois meses após a invasão da sede do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo por policiais militares, a Secretaria de Segurança Pública do Estado anunciou que fará a apuração do caso. Acompanhe, também, informações sobre a campanha salarial dos profissionais de rádio e TV do Ceará, a mudança na presidência do Sindicato do Espírito Santo e o lamento de entidades sindicais pela morte do cartunista Glauco e de seu filho.
Nesta terça-feira (16/3), em reunião com o presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, José Augusto Camargo (Guto), os diretores André Freire (secretário geral) e Rose Nogueira (Comunicação), além do presidente do Grupo Tortura Nunca Mais/SP, Carlos Gilberto Pereira, o secretário de Segurança Pública do Estado, Antônio Ferreira Pinto, se comprometeu a abrir inquérito para apurar responsabilidades pelo episódio. No dia 14 de janeiro, policiais militares fardados e portando armas invadiram a sede da entidade, durante ato em defesa do 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, ocorrido no Auditório Vladimir Herzog e que reuniu cerca de 200 pessoas representando mais de 50 entidades da sociedade civil. Segundo o secretário, não houve ordem de nenhum oficial da PM para a invasão do Sindicato. Antônio Pinto revelou que a informação que haviam lhe passado era de que os policiais foram ao Sindicato “para usar o banheiro”. Diante das fotos estampadas na capa do jornal da entidade, o “Unidade”, no entanto, o secretário reconheceu a evidência de que os policiais não estiveram lá “apenas para usar o banheiro”. O Sindicato dos Jornalistas pediu agilidade na apuração das responsabilidades. Jornalistas de rádio e TV do Ceará aprovam acordo Suzana Tatagiba reassume a presidência do Sindicato do Espírito Santo Entidades sindicais lamentam morte do cartunista Glauco e de seu filho
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