SindijorPR repudia intolerância e truculência contra jornalistas

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O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná – SindijorPR se manifestou repudiando as agressões sofridas por ao menos 13 profissionais de imprensa durante a cobertura da votação do “pacotaço fiscal” do prefeito Rafael Greca (PMN), na segunda-feira, 26, na Ópera de Arame, em Curitiba-PR. buty nike janoski damskie O Sindicato informou ter recebido relatos que dão conta de que a violência partiu da Polícia Militar-PM e também de servidores que protestavam pela garantia de seus direitos.

Segundo o SindijorPR, chamam a atenção os registros dos jornalistas Franklin de Freitas, Gibran Mendes e Lucas Sarzi. new balance 993 outlet Todos passam bem. Franklin, repórter-fotográfico do jornal Bem Paraná, disse ao Sindicato que a todo momento se identificava como jornalista. Stephen Piscotty Authentic Jersey “Quando começou um tumulto, eu estava ao lado da PM. Alguns manifestantes correram em minha direção. Nike Air Foamposite A polícia mandou spray de pimenta. Jordan 13 Sale Fechei os olhos porque estavam ardendo e fui atingido duas vezes por cassetetes”, conta.

Conforme o Sindicato, o jornalista Gibran Mendes registrava imagens da manifestação quando uma bomba de gás foi lançada em sua direção. Nike Air Max 2017 Heren zwart Enquanto se afastava do local, foi atingido por um tiro de bala de borracha por um dos policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar. Também houve o caso relatado por Sarzi, repórter do jornal Tribuna do Paraná, que foi agredido deliberadamente. USC Trojans “O policial me olhou no olho, viu meu crachá e meteu o cassetete em mim mesmo assim”, publicou nas redes sociais.

Por outro lado, uma equipe de reportagem da Rede Paranaense de Comunicação precisou ser retirada da manifestação com apoio de outros jornalistas.

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  • Manifestantes hostilizaram e agrediram os trabalhadores com empurrões e pontapés.

    Impedir o livre exercício profissional de jornalistas é um ataque à democracia e à liberdade de expressão. As agressões também são reflexo da falta de protocolos do poder público para que profissionais possam exercer sua profissão com segurança e liberdade. Por isso é urgente que poder público, entidades de classe e empresas de comunicação debatam a segurança dos trabalhadores jornalistas e também dos demais envolvidos em momentos de tensão.

    O SindijorPR cobrará, ainda, as empresas de comunicação pela falta de equipamentos de segurança. Informações colhidas pelo Sindicato confirmam que jornalistas não portavam coletes ou capacetes para a cobertura da manifestação. adidas gazelle uomo rosse É inaceitável que as empresas continuem irresponsáveis em não garantir o mínimo de segurança dos profissionais nessas situações.