Em nota encaminhada para a FENAJ, a diretoria do curso de Comunicação Social da Universidade Cidade de São Paulo informa que o Alerta Geral da entidade, emitido na semana passada, sobre o curso de Comunicação Institucional não corresponde ao seu projeto. Para a Federação, o importante é que fique claro para os estudantes que curso de tecnólogo não dá direito ao registro de jornalista nem ao exercício de atividades de jornalistas.
“Não faz parte do projeto do curso orientar seus egressos a pedirem registro profissional. Nosso curso segue a determinação do catálogo de cursos tecnológicos do MEC, com 1.600 horas, sendo que a integralização do bacharelado em Jornalismo é de 2.700”, registra a diretoria do curso de Comunicação Social da Unicid, afirmando que seu projeto “se baseia no conceito de Escola Superior de Comunicação Social e só conferirá grau de bacharelado aos discentes que concluírem a carga total e os processos de formação correspondentes à carga horária exigida pela LDB (9394/96)”.
No documento, o jornalista e professor Juarez Tadeu de Paula Xavier, diretor da faculdade e ex-membro da Comissão de Formação do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, reafirma que o curso da Unicid é “um dos cursos mais atuantes na defesa do diploma e da regulamentação da atividade profissional”. Diz, também, que adotar posição diferente desta “seria uma incoerência e uma traição à nossa tradição política”, colocando-se à disposição para dirimir qualquer dúvida.
Para a diretora do departamento de Educação da FENAJ, Valci Zuculoto, a posição de Xavier é elogiável. Ela reafirma, no entanto, a posição da FENAJ de que cursos de tecnólogo não dão direito ao registro e ao exercício das funções de jornalistas. “Por isso solicitamos, principalmente aos nossos parceiros, que deixem isso claro para os estudantes”, diz.





