A Associação Nacional dos Jornalistas do Peru lançou, no dia 23 de dezembro de 2004, nota oficial denunciando a ofensiva de grupos de poder econômico e por um setor do governo peruano, capitaneado pelo ministro da Economía, Pedro Pablo Kuczynski, para reduzir os direitos trabalhistas. A nota condena a lógica patronal de tentar culpar os trabalhadores pela crise econômica e o desemprego massivo no país.
“La crisis económica no puede constituir un fundamento valedero para continuar con la aplicación de una política de desprotección total de los trabajadores. El Poder Legislativo y el Poder Ejecutivo deben, en esta hora difícil, recordar que el derecho al trabajo no es fruto de la maquinación de doctrinarios o idealistas, sino que surge de asumir la existencia de una realidad social, básicamente injusta, que la sufren los que menos tienen”, aponta a ANP.
A Associação Nacional dos Jornalistas do Perú defende a manutenção de direitos com a jornada de 8 horas, descanso semanal e férias remunerados, a liberdade sindical, a compensação por tempo de serviço e a seguridade social como direitos próprios de uma sociedade civilizada e que o Estado tem a obrigação de proteger, como prevê a Constituição peruana.





