Empresa admite erro, isenta Ministério da Economia e dispensa exigência de atestado

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A empresa AD2M Engenharia de Comunicação, responsável pela assessoria de imprensa de evento com o Ministro Paulo Guedes, após a publicação de NOTA por este Sindicato, onde repudiamos a exigência de “atestado de antecedentes criminais” a jornalistas, vem a público esclarecer que tal solicitação foi um equivoco e que é totalmente dispensável. A AD2M afirma ainda que tudo não passou de um “equivoco” e de um “erro interno da agência”.

Após a empresa AD2M assumir o erro e isentar o Ministério da Economia de qualquer responsabilidade sobre a exigência de apresentação de antecedentes criminais por parte dos jornalistas do Ceará, o Sindjorce e a FENAJ reconhecem não ter havido participação do referido ministério no lamentável episódio.

Acompanhe o texto na íntegra:

Nota de Esclarecimento

A AD2M Engenharia de Comunicação, empresa contratada para conduzir as relações com a imprensa para a palestra “A Nova Economia do Brasil”, a ser realizada em Fortaleza com o Ministro da Economia Paulo Guedes, vem por meio desta esclarecer o mal-entendido a respeito do acesso aos profissionais jornalistas para o evento.

A agência pede desculpas aos profissionais de imprensa e às entidades representativas da categoria pelo equívoco da inclusão da solicitação de antecedentes criminais para a cobertura do referido evento.

Em momento algum houve orientação por parte do Ministério ou das empresas promotoras para tal procedimento. Por um erro interno da agência, replicamos inadvertidamente um documento utilizado pela empresa organizadora para a contratação de profissionais que estarão a serviço do evento, mas totalmente dispensável no caso da Imprensa.

Reforçamos nossos sinceros pedidos de desculpas pelo equívoco.

Cordialmente,

A Diretoria – AD2M Engenharia de Comunicação

Para o Sindicato dos Jornalistas do Ceará e a Federação Nacional dos Jornalistas o caso está devidamente esclarecido. Após a empresa AD2M assumir o erro e isentar o Ministério da Economia de qualquer responsabilidade sobre a exigência de apresentação de antecedentes criminais por parte dos jornalistas do Ceará, o Sindjorce e a FENAJ reconhecem não ter havido participação do referido ministério no lamentável episódio.