Jornalista Mário Sousa reeleito presidente do Sindicato do Estado do RJ

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O Jornalista Mário Sousa foi reeleito presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro,  para o triênio 2020/2023, na última terça-feira, dia 8 de dezembro, durante eleição presencial e on-line, em todo Estado. A posse da Diretoria ainda será marcada.

Os integrantes da nova Diretoria são: Mário José Fernandes Rodrigues de Sousa (Mário Sousa), presidente, de Niterói; Dulce Tupy Caldas, vice –presidente, de Saquarema; Luiz Sergio Caldieri , 2º vice presidente, de Niterói; João Alexandre de Almeida, Secretário, de Niterói; Jurivelson Salomão Santana, 1º Tesoureiro, Rio de Janeiro; Carlos Alberto Antonio, 2º Tesoureiro, Belford Roxo (Baixada Fluminense);  Adilson Pereira Guimarães, Diretor Jurídico, São Gonçalo. Suplentes da Diretoria: Paulo Roberto Araujo, Niterói; Moisés Faria das Chagas, Rio de Janeiro; Sérgio Henrique Soares Martins, São Gonçalo; Fernanda Garcez Borges Vizeu, Macaé; Bianca Marques de Oliveira Lima Sousa, Itaperuna.

O Conselho Fiscal é formado por: Gentil da Costa Lima, Niterói; Inaldo Batista dos Santos, Niterói; Claudia Fernanda Barcellos, Niterói. Suplentes: Pablo Pereira Kling, de Niterói  e Mauricio Alcântara Guimarães, de Niterói.

A Comissão de Ética é formada por: José Alves Pinheiro Junior  (Niterói), Vilmar da Silva Berna  (Niterói) e Edgard Batista da Fonseca Filho (Niterói).

 Os representantes junto a Federação Nacional de Jornalistas são  Luiz Edmundo Continentino Porto, Niterói tendo como  suplente Adelfran Lacerda Matos, Campos.

Após as eleições foram anunciados os delegados já indicados e aprovados para as regiões do Estado. No Sul Fluminense será a jornalista Jane Portela, moradora de Barra Mansa, indicada pela Associação dos Jornalistas do Sul Fluminense; Adelfran Lacerda , delegado do Norte Fluminense ; Carlos Alberto Antonio, delegado da Baixada Fluminense.

Para o jornalista Mário Sousa, o Sindicato  continuará lutando pelos direitos do jornalista e contra a precarização e a desqualificação do jornalismo profissional. “Nossa luta se amplia contra as agressões aos profissionais nas ruas, a intolerância, o assédio e o preconceito nas redações, maior segurança no exercício do trabalho,  contra as fake news e  o registro de jornalista no Ministério da Economia sem critérios”, destaca Mário.