SINDJORS faz financiamento coletivo para pagar a defesa do jornalista Matheus Chaparini

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O jornalista Matheus Chaparini, Nike Air Max TN Homme do Jornal Já, foi preso pela Brigada Militar enquanto cobria uma manifestação de estudantes secundaristas no prédio da Secretaria da Fazenda, adidas zx 750 damskie em 15 de junho de 2016. Desde o inicio da operação deflagrada pela polícia, o profissional se identificou como repórter e, mesmo assim, new balance 373 bleu orange foi preso juntamente com estudantes e com o cinegrafista independente Kevin D’Arc. Eles foram liberados mais de 14 horas após o início da ação e foram indiciados.

A partir do entendimento de que a prisão arbitrária de um jornalista é, com máxima certeza, fjällräven kånken No.2 um ataque direto à liberdade de imprensa e de expressão, New England Patriots Jerseys o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS – SINDJORS acompanhou o caso desde o princípio e prestou assistência jurídica para Chaparini.

“O Sindicato sempre se empenhou em defender o Chaparini e até hoje cobra esclarecimentos do governo do Estado, Nike Air Max Thea damskie que nada diz sobre ato tão nefasto quanto a prisão e o indiciamento de um profissional de comunicação que estava a trabalho. Under Armour Ua Curry 3 Nossa assessoria jurídica prestou os primeiros atendimentos. No entanto, como não tem um profissional da área criminal, Nike Air Max 2016 Schoenen foi preciso a contratação de um advogado específico para o caso, que cobrou R$ 15 mil para fazer a defesa”, Landon Collins Giants Jerseys esclarece o presidente do SINDJORS, Milton Simas. “O profissional acompanhará Chaparini até o fim do processo, asics gel lyte 5 mujer verdes que está em tramitação na Justiça”, acrescenta.

Para que o repórter do Jornal Já não fique desassistido, o Sindicato lança um financiamento coletivo com o objetivo de arrecadar ao menos parcela do dinheiro necessário para a defesa do profissional. As doações são de qualquer valor acima de R$ 10.